quarta-feira, 2 de novembro de 2011

REFLEXÃO

Às vezes é necessário dar uma "parada" para avaliar como anda nossa vida...  Eu sei que para muitas pessoas, "parar" é perda de tempo... porque tudo vai no embalo, no "deixa a vida me levar"...
O problema é que às vezes, a vida realmente "nos leva"... e para caminhos que não gostaríamos de seguir.
Claro que sempre é tempo para mudar, mas é muito melhor, estar preparado e se planejar para as mudanças, do que sofrer resistindo a elas.
Esses momentos de reflexão, de mudança e muitas vezes de sofrimento, são momentos naturais e necessários para o nosso desenvolvimento!

Por isso, convido a todos, a "darem uma pausa e lerem" essa linda poesia de Fernando Pessoa e reavaliarem "como anda a vida de vocês".

Reflitam sobre essas poucas perguntas e se questionem mais, para se conhecerem melhor.
"Estou feliz com tudo o que conquistei?", "Eu sei exatamente o que quero conquistar?", "Está na hora de voltar e recomeçar?", "Quais serão meus próximos passos?", "Quais as pessoas que me fazem falta?", "O que deixei para trás que quero resgatar?".

Essas, são algumas perguntas que usamos durante um processo de coaching e o objetivo como já disse antes, é o auto-conhecimento e entender melhor não só quem você é, como também, o que você busca e em que momento você se encontra.
Boa leitura!!

"Sonhe com as
estrelas, apenas sonhe,
elas só podem brilhar no céu.



Não tente deter o vento,
ele precisa correr por toda a parte.

As lágrimas?
Não as seque,
elas precisam correr na minha,
na sua, em todas as faces.


O sorriso!
Esse, você deve segurar,
não o deixe ir embora, agarre-o!

Persiga um sonho,
mas, não o deixe viver sozinho.

Alimente a sua alma com amor,
cure as suas feridas com carinho.

Descubra-se todos os dias,
deixe-se levar pelas vontades,
mas, não enlouqueça por elas.

Abasteça seu coração de fé,
não a perca nunca.
Alague seu coração de esperanças,
mas, não deixe que ele se afogue nelas.

Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue

Se sentir saudades, mate-as.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!

Circunde-se de rosas, ame, beba e cale.
O mais é nada"



quinta-feira, 27 de outubro de 2011

EMAGRECIMENTO – DIA NACIONAL DE CONTROLE À OBESIDADE!

Hoje é dia 27 de outubro, um dia que merece toda nossa atenção, pois é o DIA NACIONAL DE CONTROLE À OBESIDADE.

A obesidade não é um problema ligado a estética, é um problema ligado a saúde!
  
Sabemos que as pessoas obesas sofrem com grandes dores por “sobrecarregarem” sua coluna, sem falar que acabam tendo uma diminuição em seus movimentos, que lhes pode causar uma contaminação por fungos e outras infecções de pele em suas dobrinhas de gordura.
   
Elas também apresentam uma maior probabilidade, em sofrerem com algumas doenças e distúrbios como Hipertensão Arterial (pressão alta), Doenças Cardiovasculares, Diabetes Mellitus tipo II, Osteoartrite, Diminuição do Colesterol Bom, Apnéia do Sono, Colelitíase, entre outras.
    
Estudos feitos por pesquisadores do Diabetes and Obesity Center (Universidade de Washington), também constataram que uma dieta rica em “gordura” pode lesar os neurônios.
    
Depois de lermos tudo isso, acho realmente muito triste pensar que os Hospitais dos EUA, estão tendo que adaptar seus veículos de resgate para transportar pacientes com mais de “200 quilos”.
    
Em vez de tentar corrigir os problemas, que tal investirmos, para evitá-los?? O pior ainda, é saber que uma rede chamada Cold Stone, criou um Milk-shake com 2010 calorias... Em um país como os Estados Unidos, em que 34% da população é obesa, essa criação é mais do que uma “ignorância”!
Abaixo, algumas dicas.
    
- Procure saber a longo prazo, todos os PERIGOS que você corre mantendo-se sedentário e comendo alimentos gordurosos.


- Saboreie os alimentos, ou seja, DEMORE para comê-los! Se preciso for, marque o tempo que leva em cada refeição e tente cada vez mais, aumentá-lo.

- Se você sentir vontade de repetir um prato de comida, beba um copo de água e espere cerca de 4 a 5 minutos.

- Troque as grandes refeições, por pequenas refeições de 3 em 3 horas.

- Prefira comer em pratos de sobremesa ou pratos rasos.

- Tenha sempre um plano A, um B e um C. Assim, se o seu plano principal não lhe causar o resultado esperado, você terá outras saídas.

- Tenha metas desafiadoras e possíveis. Se necessário, divida-as em partes. Não inicie um processo imaginando eliminar 100 quilos... comece com 10 (meta a curto prazo) até chegar no seu desejado 100 quilos (meta a longo prazo).
- Comemore (não com comida) todos os seus sucessos!

- Se a sua mãe, tia, ou alguém da família, alguma vez lhe disse que deixar comida no prato é “pecado”, lembre-se que deixando ou não comida no prato, milhares de pessoas, infelizmente continuarão morrendo de fome... e que PECADO é colocar “para dentro do nosso corpo” uma alimentação, quando já estamos satisfeitos! (Essa é uma crença muito poderosa... tomem cuidado com ela).

- Vista-se bem, arrume seu cabelo, use maquiagem e acessórios. Quem disse que estar acima do peso tem que ser sinônimo de desleixo? Olhem essa mulher ao lado que linda!!! Ela está simplesmente MARAVILHOSA, mesmo sem ter o corpinho da Bündchen! (Paula Bastos, Jornalista - foto publicada na revista Gloss)

- E o principal: “Cuide do seu ESTADO EMOCIONAL”!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

O BRINCAR

"Diversos estudos apoiam a convicção de Stuart Brown (Psiquiatra e fundador do Instituto Nacional da Brincadeira, em Carmel Valley, na Califórnia) de que crianças privadas de brincadeiras têm o desenvolvimento social, emocional e cognitivo prejudicado em algum grau."
"Psiquiatras e psicólogos se preocupam que tal limitação possa resultar em uma geração de adultos excessivamente ansiosos, infelizes e socialmente mal ajustados."

 Se pensarmos que o mal do século é o estresse e que na maioria das vezes, ele nos leva à depressão... o texto acima, faz total sentido, não faz?
Isso me leva a pensar em duas coisas:
    
- Primeira: Quanto tempo estamos permitindo que nossas crianças brinquem?

É muito óbvio que as brincadeiras hoje em dia, não sejam as mesmas de antigamente.
Isso se deve a violência, que obriga os pais a deixarem as crianças dentro de casa; a "evolução" dos tempos, que trouxe espaços residenciais menores; joguinhos no computador que "dispensam" a presença de um companheirinho para a interação; e principalmente, porque muitos pais já começam a preparar seus filhos para o mercado de trabalho... mesmo estes filhos estando ainda no jardim de infância.

Pode parecer absurdo para algumas pessoas, mas é muito natural para vários pais, que suas crianças com apenas 5 anos de idade, já tenham uma agenda com inúmeros compromissos. Segundo eles, estão apenas "pensando no melhor para seus filhos e no futuro, pois um dia, eles  terão que disputar um mercado de trabalho extremamente competitivo".
Tenho a acrescentar só uma parte final nesta frase... eles realmente enfrentarão um mercado de trabalho competitivo, mas isso somente ocorrerá, se eles sobreviverem...

Hoje em dia, vejo crianças com a agenda mais cheia do que a minha!! (e olha que isso não é fácil, rs). Elas têm hora para levantar, ir à escola, ir ao curso de idiomas, natação, balé, aulas de etiqueta, xadrez, curso de modelo, tem criança que vai até na manicure... (Meu Deus!), tem a hora do banho, da lição de casa, do jantar, e finalmente o horário de dormir... Elas foram praticamente transformadas em "mini-adultos", que praticam uma "série" de atividades por obrigação e não por prazer.

Claro que eles têm que ter atividades, horários, e regras... mas não podemos nos esquecer de que são "apenas crianças"!


Segundo ponto a se pensar: Nas mãos de quem estamos colocando a educação de nossos filhos? 

Se queremos que sejam futuros adultos carinhosos, compreensivos, e cheios de qualidades (nos nossos sonhos eles são sempre perfeitos) temos que dar esse exemplo para eles, certo?
Chega a ser cômico a mãe que fica horas conversando com o filho, dizendo que ele deve contar tudo o que faz para ela e para o "papai" e na hora que o marido chega em casa, ela pede para criança não contar algo que ela fez...
Quantas vezes nossas atitudes são exatamente o oposto do que falamos?
Vocês sinceramente acham que as crianças vão se basear no que falamos ou no que fazemos?

Muitos pais também acham que a função da "educação" é obrigação da escola e do professor... 
Pobres professores!!! Muitos nem quiseram ter filhos e vão ter que educar o filho alheio?
Sinto muito em decepcioná-los, mas o professor não ganha para isso, educação deve vir de "berço", ou seja, de casa, desde o momento que a criança nasce.
O professor vai apenas complementar o bom exemplo que já deve ter sido iniciado em casa...

Resumindo...
"Dar bons exemplos" e "brincar", ajudam no desenvolvimento intelectual, na criatividade, no desenvolvimento motor, na sociabilização, no desenvolvimento emocional e até a formar traços de personalidade nas nossas crianças.
 
E uma notícia muito boa! Segundo Mac Bekoff (Biólogo Evolucionário da Universidade do Colorado - Boulder - USA) estabelecer um espaço em nossa agenda para praticar o "brincar" também nos ajuda com o nosso desenvolvimento cerebral e psíquico (na saúde mental e física) reduzindo efeito do estresse e riscos de adoecimento.

Surpreenda seus colegas de trabalho, de curso, de escola, sua família, o mundo, com um convite para passar uma tarde brincando.

Mudar hábitos, pode ser mais interessante do que você imagina.

UM FELIZ DIA DAS CRIANÇAS PARA TODOS!!


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

EMAGRECIMENTO


Já faz algum tempo que quero falar sobre esse assunto, que além de importante é interesse de 9 pessoas, em cada 10 que converso: Emagrecimento.

 Vou tentar citar de maneira resumida, alguns pontos que já discuti com alguns clientes, que não entendiam porque não emagreciam, e que realmente gostaria que vocês levassem em consideração. 

 Se todos nós sabemos que:
  - “A diminuição na quantidade de alimentos + Refeições de 3h em 3h + Comidinha Saudável (e todos nós sabemos o que é saudável e o que não é) + Exercícios Físicos + A troca de alimentos fritos por assados”, além de fazerem bem a saúde, fazem com que “iniciemos” o processo de eliminação daqueles quilinhos desagradáveis... então, por que alguns conseguem fazer essa fórmula funcionar, e outros não?

 Recortei esta parte abaixo em itálico, de uma matéria que saiu na revista Mente e Cérebro de julho de 2011, com título “O PESO DA PERSONALIDADE NO SUCESSO DA DIETA”, que fala sobre fatores emocionais e fatores da personalidade, auxiliando ou prejudicando em uma dieta. 

“Obviamente a personalidade não age sozinha, é mais um moderador da motivação pessoal e das atitudes em relação ao que se come, a quanto se ingere e à quantidade de exercícios”.
Devido a isto, o acompanhamento psicológico pode ser um diferencial importante quando há o objetivo de eliminar peso e mais ainda quando já houver tentativas fracassadas de obter esse resultado”.
Conhecer as formas como nos defendemos do que nos incomoda, bem como nossos medos e desejos, muitas vezes pode ser tão útil, quanto controlar as calorias de cada alimento ingerido.” 
Pessoas que costumam se sentir injustiçadas (por razões concretas ou não) podem comer em excesso como uma maneira inconsciente de autocompensação.” 


Alguma vez você já pensou em comer “um docinho” depois de uma manhã difícil com seu chefe ou com alguém do seu serviço? Ou só um “pedacinho de picanha” depois de ter passado pelo início da “3ª Guerra Mundial” com seus filhos ou com seu marido/esposa? Ou pensou em comer uma feijoadinha LIGHT (claroooo) depois de se chatear por algum motivo? Ou a melhor de todas... “Você já falou: Final de semana... PODE!!”

Pois é... tenho 2 notícias para você... Uma boa e outra nem tanto. A notícia  triste, é que motivos para nos chatear, não vão deixar de existir. Compensá-los através da comida, é UMA das escolhas (ERRADAS) que você pode fazer! Será que vale a pena esta escolha, que representa um prazer momentâneo, mas que vai lhe causar um sofrimento duradouro que vai se estender ao longo do tempo? Quero deixar claro, que não estamos falando apenas de estética, estamos falando principalmente de "saúde".


A compensação através da comida é mais comum do que as pessoas imaginam, e a notícia boa, é que a partir do momento em que percebemos que fazemos isso, torna-se muito mais fácil o controle. Claro que contar com a ajuda de um profissional que fortaleça a auto-estima e ajude a verificar os pontos obscuros, é um diferencial que conta e muito, pois embora a maioria das pessoas ainda achem ou "prefiram achar" que somente os fatores genéticos e a "falta de sorte" nos fazem engordar; os fatores emocionais podem ser  os grandes vilões nesta história. 

Se você está tentando uma dieta, então avalie se você realmente nota tudo o que come. Por incrível que possa parecer, várias pessoas comem as coisas sem perceber que estão comendo. Tive um exemplo destes em minha família, e pude acompanhar muito perto todo o processo. A dica que  dou, é para anotar tudo o que você come, inclusive aquelas balinhas "indefesas". De repente você pode descobrir que come um pouquinho mais do que imagina, ahh, aproveita e faça as contas da quantidade de calorias  que você está ingerindo, você pode ter uma surpresa no final. 

Mais um ponto a se pensar é que remédios milagrosos DEFINITIVAMENTE NÃO existem... e REMÉDIO deve ser prescrito por um MÉDICO não pelo seu colega de trabalho, amigo, ou porteiro do prédio... É a sua saúde que está em jogo e ela merece no MÍNIMO, SUA ATENÇÃO! Quantas vezes você já presenciou uma pessoa tomar remédio, realmente emagrecer, mas depois engordar o dobro? Se a gente JÁ sabe que isso acontece, então por que faz?

Outro ponto que avalio com meus clientes é que emagrecimento, assim como a compra de um apartamento, ou a visita a um lugar desconhecido, merece um planejamento. Quando você vai a algum lugar desconhecido, você pega o primeiro ônibus, metro, entra no carro e pega a primeira rua a sua frente ou você se planeja para chegar a esse lugar? Você compra um apartamento, um carro da noite para o dia? Então por que pensa em emagrecer do dia para noite e sem planejar os passos que vai ter que dar?

 Uma última observação e essa direcionada para as pessoas que falam mas não agem... Ouço muitas pessoas me dizendo "tenho inveja de você ou queria ser magrinha como você"... Só que NENHUMA destas pessoas comem o que eu como. Ninguém observa meu prato de salada, os legumes, a quantidade e muito menos a qualidade das minhas refeições...
 A grama do vizinho é tão mais verde não é?? Talvez seja a hora de pensar no que o vizinho faz para deixá-la assim...

Ninguém é magro por vontade divina. Observe qual a importância você tem dado para o que entra em seu prato e como anda seu estado emocional. Lembre-se: SAÚDE física e mental  em primeiro lugar, pois o resultado será apenas a conseqüência de suas escolhas.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

50 LIÇÕES PARA VIDA

Essa listinha de 50 itens, foi escrita por Regina Brett, Colunista do The Plain Dealer, um jornal de Cleveland, Ohio.
Minha proposta para o dia de hoje, é ler cada item com muita atenção e carinho, e depois anotar na primeira página da agenda, ou de um caderno onde você abra diariamente, apenas "5" destes itens.

O objetivo é simples... vê-los diariamente para lembrar, relembrar  e relembrar novamente, e mais quantas vezes forem necessárias!! Afinal, se são itens que te chamaram a atenção, eles devem ter alguma importância... Importância esta, que não devemos deixar a nossa rotina diminuir.

Eu escolhi os meus itens (confesso que a princípio escolhi mais de 5, rs) mas li todos escolhidos novamente, e consegui focar os que neste momento, são os quero dar importância.

Tudo o que ocorre no nosso dia-a-dia, reflete em nossas escolhas. Portanto, não se espante se algum tempo depois você ler este artigo novamente e mudar completamente sua opinião.

Agora... mãos a obra! E que a "vida" de vocês, fique a cada dia mais colorida e com um sentido especial.


As 50 lições:
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.
3. A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
4. Não se leve tão à sério. Ninguém mais leva…
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.
6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.
9. Poupe para aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.
11. Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.
12. Está tudo bem em seus filhos te verem chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que se trata a jornada deles...
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.
16. A vida é muito curta para longas piedosas festas. Esteja ocupado vivendo ou esteja ocupado morrendo.
17. Você pode fazer tudo se começar hoje.
18. Um escritor escreve. Se você quer ser um escritor, escreva.
19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.
20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite não como resposta.
21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Se prepare bastante, depois deixe-se levar pela maré...
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade além de você.
26. Encare cada “chamado desastre” com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo a todos.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Indepedentemente se a situação é boa ou ruim, irá mudar.
32. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato
33. Acredite em milagres
34. Deus te ama por causa de quem Deus é, não pelo o que você fez ou deixou de fazer.
35.O que não te mata, realmente te torna mais forte.
36. Envelhecer é melhor do que a alternativa: morrer jovem
37. Seus filhos só têm uma infância. Faça com que seja memorável.
38. Leia os Salmos
. Eles tratam de todas as emoções humanas
39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares
40. Se todos jogassemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.
41. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela AGORA!
42. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeiroso.
43. Tudo o que realmente importa no final é que você amou.
44. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
45. O melhor está por vir.
46. Não importa como você se sinta, levante, vista-se e apareça.
47. Respire fundo. Isso acalma a mente.
48. Se você não pedir, você não ganha.
49. Produza.
50. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente!!!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

LIVRO – Fernão Capelo Gaivota

Tive a oportunidade de ler esse livro quando tinha 19 anos. Pois é, faz um pouquinho de tempo...

Quando temos a oportunidade de voltar em um lugar que já fomos há muito tempo atrás, ou quando temos a oportunidade de lermos algo que já lemos no passado, uma nova opinião se forma a respeito de um mesmo assunto, e isso na maioria das vezes acaba sendo muito interessante.

Esse é um processo muito válido onde percebemos uma alteração na nossa percepção, em ver, aceitar ou não, e responder ao mundo, sobre nossas experiências externas. Embora possamos continuar com as mesmas opiniões, nossos focos passam a ser  diferentes devido a momentos diferentes que estamos vivendo e que já vivemos. Perdemos nossa visão inocente e simples de ver muitas coisas que estão em nossa frente, e ganhamos a maturidade que só a experiência da “vivência” nos dá (essa, escola nenhuma ensina). São tantas aprendizagens e valores que vamos criando ou deixando de lado, que realmente é muito difícil conservarmos a mesma visão por 10, 15 anos.

Dizem que mudança de opinião, significa aprendizagem e concordo plenamente com isso!!
Lembro-me que na primeira vez que li este livro, achei-o interessantíssimo, complicado, e cheio de lições de superação mas não recordava exatamente de seu conteúdo, e devo dizer que valeu muito a pena lê-lo novamente.

Diferente da primeira vez que li, achei tão simples, aliás ele é uma simples lição de vida. De uma maneira muito interessante, fala de superação e do olhar por trás das nossas rotinas em busca do aperfeiçoamento daquilo que fazemos diariamente (e que muitas vezes por acharmos tão simples, nos entediamos e fazemos de “qualquer jeito”). Não me lembro de ter percebido da primeira vez que li, que ele falava do “prazer em se fazer algo bem feito” pelo simples “prazer de se melhorar”...  Não me lembro de ter percebido que ao tentar se superar, Fernão Capelo acaba sendo banido de seu bando, que não o compreendia por ele ser “diferente”, e que mesmo assim ele não se deixa levar e vai atrás do que acredita!

É uma abordagem muito simples e capaz de nos fazer refletir... coisa que não fiz aos 19 anos! Não por falta de maturidade... mas talvez porque com essa idade,  a minha opinião ainda era  mais importante do que a opinião do mundo; ou porque aos 19 anos,  ir atrás dos sonhos com toda força e garra, mesmo com todos ao redor dizendo que eles eram absurdos, era algo óbvio, algo que eu não precisaria pensar duas vezes.

Algumas experiências de vida nos trazem a maturidade e muitas vezes com ela, a acomodação... outras, nos trazem a vivência e às vezes com ela, a desconfiança...

Por isso, às vezes é bom “apertar o freio” e observar para quem e para o quê estamos dando importância. Se para nós e nossos sonhos ou para o que as pessoas que nos rodeiam (e são infelizes) acham correto.
Se as pessoas que nos rodeassem estivessem exatamente no “patamar” onde gostariam de estar, teríamos um motivo para ouví-las. Mas sabemos que isso não ocorre, pois as pessoas que mais nos dão palpites e querem nos “ensinar” a viver,  são aquelas que mais rapidamente abandonaram seus sonhos (por falta de coragem) e que hoje se contentam em seguir o que “a maioria do bando” acha correto. Se isto é correto para elas - ÓTIMO! Mas temos que avaliar se também é correto para nós, antes de seguirmos "os conselheiros mágicos"!

Neste livro, existem outros pontos a serem abordados, como o amor pelo próximo, a igualdade, etc, etc, etc.  

Então, que tal uma viagem rumo ao bando de Fernão Capelo Gaivota para que você descubra o seu próprio ponto de vista?

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Metas a longo prazo - 2ª Parte

Que bom que nós não precisamos esperar o fim do ano chegar para nos planejarmos.
Vamos começar?
A tarefa passada era escolher uma meta que fosse:
- Clara, atingível, que não prejudicasse terceiros, que estivesse sob o seu controle (sem colocar terceiros nos seus objetivos) e acima de tudo algo que você deseje.
Vou dar alguns exemplos de meta a longo prazo (uma viagem para o exterior, a compra de um carro, ter um apartamento próprio, casar, ter filhos).
Escolhi comprar um apartamento para ilustrar meus exemplos. Então, vamos começar (escreva no papel, é mais fácil para você controlá-la).
1 - Minha meta: Comprar um apartamento (é algo que desejo, é atingível, está bem claro, não prejudico ninguém conquistando este objetivo e está sob meu controle).
Legal, passou na 1ª fase, então posso ir para a próxima.
2 – Estabelecer um prazo baseado na “realidade”: Em 10 anos vou conquistar minha meta.
Para estabelecer um prazo, eu preciso saber que tipo de apartamento eu quero comprar, em que região ele vai estar localizado, quantos cômodos ele terá, etc. Somente assim, posso ter em mente o seu valor. Esse prazo pode ser alterado, na medida em que o exercício vai sendo feito, isso é super normal. Já cheguei a colocar uma meta inicial de 2 anos e quando terminei o exerício estava em 5 anos....
3 – Como vou saber que atingi essa meta? Minha meta terá sido atingida, quando eu  receber as chaves do apartamento, independente dele estar quitado ou financiado. (Isto é algo que super variável para cada pessoa... algumas pessoas se sentem donas de um imóvel ao pagar a primeira prestação, outras se sentem donas ao pagarem a última, outras ao receberem as chaves... o importante é o que evidencia para você que atingiu a sua meta)
4 – Quais recursos tenho para atingir essa meta? (no exemplo dado, o que eu vou ter que fazer para receber as chaves do apartamento)
Vou investir 25% do meu salário mensalmente, todo dia 25, para dar a entrada e receber as chaves do meu apartamento.
Vou vender salgadinho toda sexta-feira à noite na frente da Universidade XXX e todo dinheiro arrecadado será investido na compra do meu apartamento.
Vou pedir para tal pessoa me ensinar tudo sobre imóveis para eu ficar atenta as boas oportunidades que aparecerem.
Vou me cadastrar em várias imobiliárias, para eu ter idéia dos preços.
Vou conversar com amigos, para que se eles saibam de alguma oportunidade, me avisem.
Recortar fotos de ambientes que eu acho bonito (pensando na mobília do meu apartamento) etc, etc, etc.
Os recursos podem ser pessoas, coisas, habilidades, qualidades, enfim, tudo que possa lhe ajudar a conquistar sua meta...
5 – Listar todos os prejuízos que a conquista da sua meta pode lhe trazer (para mim, esta é a parte fundamental, pois todo ganho envolve uma perda... se sua perda for significativa, a sua meta será sabotada por você inconscientemente em algum momento do processo. Portanto ao achar suas perdas, ache também uma justificativa para elas não terem grande importância.)
Se eu comprar um apartamento eu vou ficar longe da minha família, mas eu poderei visitá-los sempre que quiser; além de que, terei muito mais privacidade.
6 – Dividir a meta a longo prazo em pequenas metas a curto e médio prazo: (às vezes para se conquistar uma meta a longo prazo é necessário passos menores, como aprender uma nova língua, fazer uma faculdade, ter auto-estima... a conquista para estes passos menores nos ajudam a alcançar um grande objetivo)
- Depositar 25% do meu salário mensalmente.
- Sempre que sobrar dinheiro na minha conta corrente, investir.
- Pedir de presente jogo de prato, talher, etc, já pensando na mobília do apartamento.
- Procurar um ganho extra além do meu emprego. (Esse é um exemplo de meta de curto prazo dentro de uma meta de longo prazo... ou seja,  você terá que desenvolvê-la para atingir a sua meta principal).
7- Acompanhar as metas mensalmente e revisá-las:
Todo dia 30 vou verificar se efetuei o depósito e quanto tenho investido para compra do apartamento.
Todo dia 30 vou revisar se posso aumentar o valor a ser depositado ou se continua sendo 25% do meu salário.
Todo dia 30 vou pensar se continuo vendendo salgadinho na Universidade XXX ou se mudarei para a YYY.
Acompanhe o que você se predispôs a fazer e verifique se realmente está fazendo. Se não estiver, está na hora de avaliar se estabeleceu uma proposta alta demais para você dar conta, lembre-se o processo não tem que ser doloroso, apenas desafiante!
8 – SEMPRE QUE ALCANÇAR A SUA META, APROVEITE O MOMENTO! Se parabenize, faça uma festa para você. Se recompensar é tão fundamental, quanto percorrer todo esse caminho!!
Agora que você já sabe que não precisa esperar uma mudança no calendário para mudar sua vida, mãos a obra!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Metas a longo prazo

Existe momento mais bonito do que o final do ano, quando todas as pessoas planejam o futuro e até fazem simpatias direcionadas a um objetivo? Nossa... são tantas simpatias... Eu mesma conheço VÁRIAAAAAS!!

Essas pessoas se renovam e superam o cansaço de um ano todo, com a esperança de tantas coisas... Seus desejos vão desde dias melhores no trabalho, paixões avassaladoras, um amor para sempre, ou de repente, somente muitos beijos na boca. Quem sabe alguns desejem mais proximidade com os amigos, ou viagens para lugares distantes, e quem sabe até, eliminar todos aqueles quilos que NÃO lhes pertence!!! Aliás, final de ano é um momento de desejos, e um momento em que todos eles são possíveis!

Aliás, você já alcançou alguma meta de ano novo?????
Se sim, te dou meus “parabéns” e te convido para traçar uma nova meta de “meio de ano” (não espere até o fim do ano, porque ainda falta muito tempo).
Se ainda não conseguiu alcançar nenhuma meta de fim de ano, inspire-se e vamos a luta, pois acaba de ser lançado o programa “Correndo atrás das metas passadas”.

Vou trabalhar com metas de longo prazo, ou seja, aquelas que você sabe que vai demorar por volta de 4, 8 ou mesmo 10 a 15 anos....

O primeiro passo você já deu... já compreendeu o que significa meta de longo prazo, agora o segundo passo (o processo) virá na próxima publicação do blog... enquanto isto, deixo uma lição de casa...

Definir uma meta de LONGO PRAZO.

Ela tem que ter as seguintes características:
·        Pense em algo que você deseja, e dependa de você (sem envolver terceiros).
Por exemplo, se a sua meta é “Casar com o Ricardão”, sinto em informar-lhe, mas sua meta já está “furada”... Por que? Simples, porque você está envolvendo uma outra pessoa em seus sonhos...
Você pode ter a meta de “ se casar”, mas “casar com” implica no envolvimento de vontade de terceiros ... e isto, só com a lâmpada de Alladin!
 
·        Lembre-se que sua meta é algo que você deseja, portanto ela deve estar na forma positiva.
Por exemplo: “Daqui 5 anos eu não quero trabalhar nesta empresa”. Ok, esse pode ser seu desejo, mas o importante é o que você quer, portanto a melhor frase é: “Daqui 5 anos eu quero trabalhar em uma empresa multinacional espanhola”.
·        A sua meta deve ser muito clara e atingível.

E por último:

·        A conquista de sua meta não deve prejudicar ninguém. (Esta é essencial)

Agora que você já tem os pontos principais de uma meta... basta definir com qual você desejará trabalhar inicialmente.

Até a próxima, onde darei todos os passos!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Relacionamento

Por mais que as pessoas estejam antenadas e saibam tudo sobre moda, cirurgias plásticas, tendência, corte de cabelo, profissões, computadores, dólar, crise no mercado, carro do ano; estão se esquecendo de algo simples que é o “amor”! O amor pelo seu trabalho, o amor pelo seu companheiro, o amor pela sua família, o amor pelos dias de sol no parque, o amor pelos seus corpos, o amor por si próprio!

Gostaria que as pessoas se voltassem para seu interior e pensassem um pouco mais no que as fazem felizes? Para mim, é muito estranho pensar em contratar um profissional para “acompanhar” mulheres e homens para dançar, sair, etc...  e quando eu digo isto, não estou me referindo a professores de dança de salão... Estou falando das pessoas contratadas para irem a "balada", aquele lugar onde não há necessidade de um parceiro de dança, porque todos dançam separados.
Não seria muito mais interessante fazer isso com uma pessoa que você ama ou com seus amigos queridos?

Abaixo, aproveito para colocar uma história real, que circulou em vários e-mails há tempos atrás, mas é sempre bom revivê-la em nossa mente e coração!!

A curta, porém rica história de Katie teve seu primeiro solavanco em 2002, quando ela foi diagnosticada com um tipo de tumor maligno no cérebro. Isso não a abateu, pois ela continuou com os estudos normalmente, até que em 2003, foi diagnosticada novamente com outro tumor.
Dessa vez, ela recebeu um diagnóstico de um tumor maligno e inoperável em uma das artérias próximas ao pulmão. Mas ela não desanimou, a jovem Katie, ainda participou de um tour na França para levantar fundos para uma fundação que cuida de pessoas com câncer.
No dia 15 janeiro de 2005, depois de 3 anos lutando contra a doença, a moça casou-se com o delegado da cidade de Lapeer, Nick Godwin, na Igreja de Cristo em Hazel Park – Michigan.

                                              









“Esta é Katie Kirkpatrick, ela aparece na foto ao lado de seu noivo Nick, eles foram namorados desde a adolescência. A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois. Devido ao câncer em estado terminal, Katie passa horas recebendo medicação.
Na foto acima, Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões...
Apesar de sentir muita dor e de vários órgãos apresentarem falência, tendo ela que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes.
O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perdia peso todos os dias devido ao câncer.
Um acessório inusitado, foi o tubo de oxigênio que acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.










Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, ouve o marido e os amigos cantarem para ela, mas no meio da festa ela tira um tempo para descansar, pois a dor a impede de ficar de pé por muito tempo.


Katie morreu 5 dias depois do casamento



Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar... a felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto durar, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas...”



Por que será que quando vemos uma história deste tipo, nos emocionamos? Talvez porque não tenhamos coragem na nossa história de demonstrar nossos sentimentos, com receio de parecermos ridículos ou com receio de demonstrar fragilidade.

 Às vezes, até pensamos que se “estivéssemos passando por um momento desses”, teríamos coragem de falar tudo o que pensamos, e correríamos atrás dos nossos sonhos, das nossas vontades, dos nossos amores... Mas a pergunta que sempre faço é: Por que somente “se estivéssemos passando por uma situação dessas?”, “Por que somente nos últimos minutos do segundo tempo?”

 A única diferença entre essa história e a nossa vida é que não sabemos a data em que partiremos e imaginamos que ela está muiiiiiiiiiito longe, diferente de Katie que sentia que este dia bateria em sua porta a qualquer momento.

Como uma sobremesa ou “aquela parte recheada” do pastel que deixamos para comer por último, parece que guardamos nossos desejos e só iremos dar vida a eles, se soubermos que são nossos últimos momentos... pena que não sabemos quando são os últimos momentos e às vezes deixamos de construir lindas histórias por não querermos nos “expor”.

Quantas vezes você deixou de pedir desculpa, porque essa palavra ficou “entalada” na sua garganta e não saía? Quantas vezes você deixou de fazer algo que queria muito, com vergonha do que os outros iriam pensar? Quantas vezes você deixou de dizer o que sentia, por receio de se sentir menosprezada? Quantas vezes deixou de dizer um simples "eu tenho orgulho de você", por achar que isso não faria diferença para a outra pessoa?

Nós não ficamos “nas mãos dos outros” por declaramos nossos medos e sentimentos. Nós ficamos “nas mãos alheias” quando nos fazemos de vítimas e quando colocamos a responsabilidade de nossos fracassos nas mãos deles.

 Várias vezes tenho escutado pessoas falando: “Se ele fizer isso para mim eu vou ficar muito feliz!”. Jamais, eu disse “JAMAIS” coloque o poder da sua felicidade na mão alheia, porque a sua felicidade depende somente das suas atitudes! Se não deu certo, assuma a responsabilidade e saiba aprender com o erro sem se culpar!

Quando agimos por vontade própria, o peso da culpa é muito menor do que quando “sentamos” para esperar que a vida “de uma maneira mágica”, traga no nosso colo o que estamos desejando.

Portanto a partir de hoje, comece a pensar se o que você tem valorizado na sua vida é realmente importante para si ou se é importante para parecer “bem na fita” com quem te cerca. Preste atenção se você está supervalorizando a opinião alheia e menosprezando os seus sentimentos.

 Para mudar nossas atitudes é preciso dar o primeiro passo, nem que ele seja pequeno. Dê esse primeiro passo, faça uma experiência e sinta o resultado.

Como diz o princípio do coaching: “Se você age sempre da mesma maneira vai ter sempre o mesmo resultado”. Portanto, que tal fazer um teste e tomar atitudes diferentes, para que ver qual será o resultado?

Viva seus sonhos, seus sentimentos, seus relacionamentos e termine sua vida com um sorriso de missão cumprida!


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ficar desempregado é melhor do que sofrer no trabalho

Ficar desempregado é melhor do que sofrer no trabalho é uma das matérias da Revista Super Interessante de agosto de 2011.
"Ao longo de 7 anos, cientistas australianos aplicaram questionários para medir o grau de felicidade dos voluntários (seus empregos também foram analisados) e esse estudo concluiu que as pessoas desempregadas apresentavam um nível de felicidade maior do que os que estavam em empregos ruins."
“Ao longo do estudo, quem trocou o desemprego por um emprego ruim viu sua felicidade cair ainda mais”, ou seja “ficar sem emprego é ruim, mas sofrer no trabalho é ainda pior”. Segundo Peter Butterworth psiquiatra da Universidade Nacional da Austrália e coordenador da pesquisa, “o emprego ruim faz a pessoa perder saúde mental”.
   
Sinceramente? Adooreiiiii essa matéria! E tenho certeza que muitos que a leram, tiveram  uma vontade imediata de sair correndo e pedir as contas. Afinal, é tudo que as pessoas que estão desgastadas devido ao seu emprego estão precisando... “um apoio”. Obaaaa, então vamos nos levantar e pedir a conta agora, certo??

ERRADO!! Não discordo da pesquisa de maneira alguma, confesso até que já me senti péssima em um antigo emprego, mas não tinha “forças para sair” (ai se esta reportagem tivesse saído há anos atrás...rs), mas acho sinceramente que para deixarmos um emprego, precisamos avaliar algumas pequenas coisinhas para não corrermos o risco de pegar “outra bomba” ou algo “pior” (pois acredite, existe algo pior).
Vocês devem estar pensando: “Que chata!! Para tudo na vida, essa mulher faz um planejamento? Será que ficou neurótica desta maneira porque trabalha com coaching e agora faz planejamento até para ir ao toalete?”
Bom... a resposta agora é MAIS OU MENOS isso, explico o porquê abaixo.

Não tenho dúvidas de que muitos empregos estão tirando a saúde mental de muitas pessoas, realmente há empregos que são um “fardo”. Mas abandonar um emprego para correr desesperada atrás de outro, faz com que não consigamos “enxergar de maneira sensata”, onde estamos pisando, e daí aquele ditado “caiu na rede, é peixe” acaba se concretizando; ou seja, aceitamos o primeiro emprego que nos “aceita” e que na maioria das vezes acaba sendo a continuação da tortura pela qual já estávamos passando, com uma única diferença: a troca dos nomes das pessoas e do local de trabalho.

Um planejamento (ahh, pode me considerar chata e neurótica, pois tudo que é possível planejar, eu planejo SIM... mas dá certo, viu?!) te permitirá olhar a situação de fora e fará com que tudo fique mais claro (muitas pessoas preferem NÃO ver a situação de fora, pois é muito mais fácil acreditar, que depois que pedirem a conta, tudo vai dar certo; do que ter que AGIR para que tudo dê certo).
Então, não adianta fugir e vamos ao planejamento.
Coloque no papel (sim, tem que colocar no papel, porque quando escrevemos, dificilmente deixamos passar detalhes e se deixarmos passar... ao lembrarmos é só pegar o papelzinho antigo e incluir o que faltava), ups, onde estava mesmo? Ahh sim, dizia para colocar no papel todas suas qualidades pessoais e profissionais e o que ainda necessita ser desenvolvido para conquista do tão sonhado emprego.
Você pode achar uma lista gigantesca de habilidades que precisa desenvolver, mas se der o primeiro passo, quando menos esperar, vai chegar ao destino final.
Observe quais habilidades são mais necessárias neste momento. Por exemplo, às vezes a auto-estima é mais necessária do que um conhecimento técnico, e ao melhorar sua auto-estima, vários itens desaparecem da sua primeira listinha. (Isso é só um exemplo, tá?)
Após o levantamento do que precisa adquirir, analise a lista feita e classifique o que é possível adquirir em curto, médio e longo prazo (determinadas habilidades só tem como serem desenvolvidas “a longo prazo”, como por exemplo a aprendizagem de um segundo idioma).
Após esta classificação você poderá escolher uma ordem de prioridade para “correr atrás do que lhe falta”.
Uma dica: Escolher inicialmente desenvolver somente atividades que precisam de um longo prazo, podem lhe causar frustração pela demora no resultado. Opte por uma de longo prazo (a que você identificar como a mais importante desta categoria), intercalando-a sempre com as outras categorias (curto e médio prazo), para que você sinta sua evolução pessoal e profissional.

Faça também as contas de todas as despesas que você “tem” que pagar. Analise onde você pode diminuir os gastos e se for preciso... anote todas as despesas que você tem diariamente, para entender para onde seu dinheiro está sendo destinado. Por incrível que pareça, uma queixa muito comum entre as pessoas, “é a do sumiço do dinheiro”. Sim, as pessoas dizem “que elas não sabem para onde vai o dinheiro, mas que no fim do mês não “sobra” nada do salário delas”...
Para evitar que esse problema ocorra com você, faça este teste: Por 1 mês, coloque um bloquinho no seu bolso e cada vez que comprar algo (seja uma roupa ou uma bala – independente do valor) anote. Você terá grandes surpresas e descobrirá para “onde” seu amado dinheiro anda escapando e com esse conhecimento, poderá controlá-lo melhor.
Após saber qual habilidade lhe falta e o quanto você pode “poupar mensalmente”, mãos a obra!

Eu sei que a primeira vista, o processo pode parecer trabalhoso. Isso ocorre por duas razões:
- Primeiro, porque é a primeira vez que você o faz.
- Segundo, porque o nosso cérebro tem a tendência a “preferir” atitudes/situações conhecidas, mesmo que estas atitudes/situações estejam “nos matando”. (Você já percebeu que tem situações que se repetem, se repetem, e se repetem, nas nossas vidas? Então, isso ocorre porque a gente acaba optando por agir sempre da mesma maneira a tentar uma nova atitude).

Mas agora que você já sabe de tudo isso, e tem todos os recursos que precisa para fazer um ótimo planejamento baseado em fatos “reais”, mesmo que você descubra que a data da sua “libertação” está longe; trabalhar "naquele" lugar, terá uma dose de “motivação” concreta: a data da assinatura da sua Lei Aurea.

Planeje a sua saída com “glamour” e a partir de hoje AÇÃO!

 
Então, o que você está esperando? Mãos a obra, afinal, você já tem uma tarefa para esse final de semana!!!