quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Metas a longo prazo - 2ª Parte

Que bom que nós não precisamos esperar o fim do ano chegar para nos planejarmos.
Vamos começar?
A tarefa passada era escolher uma meta que fosse:
- Clara, atingível, que não prejudicasse terceiros, que estivesse sob o seu controle (sem colocar terceiros nos seus objetivos) e acima de tudo algo que você deseje.
Vou dar alguns exemplos de meta a longo prazo (uma viagem para o exterior, a compra de um carro, ter um apartamento próprio, casar, ter filhos).
Escolhi comprar um apartamento para ilustrar meus exemplos. Então, vamos começar (escreva no papel, é mais fácil para você controlá-la).
1 - Minha meta: Comprar um apartamento (é algo que desejo, é atingível, está bem claro, não prejudico ninguém conquistando este objetivo e está sob meu controle).
Legal, passou na 1ª fase, então posso ir para a próxima.
2 – Estabelecer um prazo baseado na “realidade”: Em 10 anos vou conquistar minha meta.
Para estabelecer um prazo, eu preciso saber que tipo de apartamento eu quero comprar, em que região ele vai estar localizado, quantos cômodos ele terá, etc. Somente assim, posso ter em mente o seu valor. Esse prazo pode ser alterado, na medida em que o exercício vai sendo feito, isso é super normal. Já cheguei a colocar uma meta inicial de 2 anos e quando terminei o exerício estava em 5 anos....
3 – Como vou saber que atingi essa meta? Minha meta terá sido atingida, quando eu  receber as chaves do apartamento, independente dele estar quitado ou financiado. (Isto é algo que super variável para cada pessoa... algumas pessoas se sentem donas de um imóvel ao pagar a primeira prestação, outras se sentem donas ao pagarem a última, outras ao receberem as chaves... o importante é o que evidencia para você que atingiu a sua meta)
4 – Quais recursos tenho para atingir essa meta? (no exemplo dado, o que eu vou ter que fazer para receber as chaves do apartamento)
Vou investir 25% do meu salário mensalmente, todo dia 25, para dar a entrada e receber as chaves do meu apartamento.
Vou vender salgadinho toda sexta-feira à noite na frente da Universidade XXX e todo dinheiro arrecadado será investido na compra do meu apartamento.
Vou pedir para tal pessoa me ensinar tudo sobre imóveis para eu ficar atenta as boas oportunidades que aparecerem.
Vou me cadastrar em várias imobiliárias, para eu ter idéia dos preços.
Vou conversar com amigos, para que se eles saibam de alguma oportunidade, me avisem.
Recortar fotos de ambientes que eu acho bonito (pensando na mobília do meu apartamento) etc, etc, etc.
Os recursos podem ser pessoas, coisas, habilidades, qualidades, enfim, tudo que possa lhe ajudar a conquistar sua meta...
5 – Listar todos os prejuízos que a conquista da sua meta pode lhe trazer (para mim, esta é a parte fundamental, pois todo ganho envolve uma perda... se sua perda for significativa, a sua meta será sabotada por você inconscientemente em algum momento do processo. Portanto ao achar suas perdas, ache também uma justificativa para elas não terem grande importância.)
Se eu comprar um apartamento eu vou ficar longe da minha família, mas eu poderei visitá-los sempre que quiser; além de que, terei muito mais privacidade.
6 – Dividir a meta a longo prazo em pequenas metas a curto e médio prazo: (às vezes para se conquistar uma meta a longo prazo é necessário passos menores, como aprender uma nova língua, fazer uma faculdade, ter auto-estima... a conquista para estes passos menores nos ajudam a alcançar um grande objetivo)
- Depositar 25% do meu salário mensalmente.
- Sempre que sobrar dinheiro na minha conta corrente, investir.
- Pedir de presente jogo de prato, talher, etc, já pensando na mobília do apartamento.
- Procurar um ganho extra além do meu emprego. (Esse é um exemplo de meta de curto prazo dentro de uma meta de longo prazo... ou seja,  você terá que desenvolvê-la para atingir a sua meta principal).
7- Acompanhar as metas mensalmente e revisá-las:
Todo dia 30 vou verificar se efetuei o depósito e quanto tenho investido para compra do apartamento.
Todo dia 30 vou revisar se posso aumentar o valor a ser depositado ou se continua sendo 25% do meu salário.
Todo dia 30 vou pensar se continuo vendendo salgadinho na Universidade XXX ou se mudarei para a YYY.
Acompanhe o que você se predispôs a fazer e verifique se realmente está fazendo. Se não estiver, está na hora de avaliar se estabeleceu uma proposta alta demais para você dar conta, lembre-se o processo não tem que ser doloroso, apenas desafiante!
8 – SEMPRE QUE ALCANÇAR A SUA META, APROVEITE O MOMENTO! Se parabenize, faça uma festa para você. Se recompensar é tão fundamental, quanto percorrer todo esse caminho!!
Agora que você já sabe que não precisa esperar uma mudança no calendário para mudar sua vida, mãos a obra!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Metas a longo prazo

Existe momento mais bonito do que o final do ano, quando todas as pessoas planejam o futuro e até fazem simpatias direcionadas a um objetivo? Nossa... são tantas simpatias... Eu mesma conheço VÁRIAAAAAS!!

Essas pessoas se renovam e superam o cansaço de um ano todo, com a esperança de tantas coisas... Seus desejos vão desde dias melhores no trabalho, paixões avassaladoras, um amor para sempre, ou de repente, somente muitos beijos na boca. Quem sabe alguns desejem mais proximidade com os amigos, ou viagens para lugares distantes, e quem sabe até, eliminar todos aqueles quilos que NÃO lhes pertence!!! Aliás, final de ano é um momento de desejos, e um momento em que todos eles são possíveis!

Aliás, você já alcançou alguma meta de ano novo?????
Se sim, te dou meus “parabéns” e te convido para traçar uma nova meta de “meio de ano” (não espere até o fim do ano, porque ainda falta muito tempo).
Se ainda não conseguiu alcançar nenhuma meta de fim de ano, inspire-se e vamos a luta, pois acaba de ser lançado o programa “Correndo atrás das metas passadas”.

Vou trabalhar com metas de longo prazo, ou seja, aquelas que você sabe que vai demorar por volta de 4, 8 ou mesmo 10 a 15 anos....

O primeiro passo você já deu... já compreendeu o que significa meta de longo prazo, agora o segundo passo (o processo) virá na próxima publicação do blog... enquanto isto, deixo uma lição de casa...

Definir uma meta de LONGO PRAZO.

Ela tem que ter as seguintes características:
·        Pense em algo que você deseja, e dependa de você (sem envolver terceiros).
Por exemplo, se a sua meta é “Casar com o Ricardão”, sinto em informar-lhe, mas sua meta já está “furada”... Por que? Simples, porque você está envolvendo uma outra pessoa em seus sonhos...
Você pode ter a meta de “ se casar”, mas “casar com” implica no envolvimento de vontade de terceiros ... e isto, só com a lâmpada de Alladin!
 
·        Lembre-se que sua meta é algo que você deseja, portanto ela deve estar na forma positiva.
Por exemplo: “Daqui 5 anos eu não quero trabalhar nesta empresa”. Ok, esse pode ser seu desejo, mas o importante é o que você quer, portanto a melhor frase é: “Daqui 5 anos eu quero trabalhar em uma empresa multinacional espanhola”.
·        A sua meta deve ser muito clara e atingível.

E por último:

·        A conquista de sua meta não deve prejudicar ninguém. (Esta é essencial)

Agora que você já tem os pontos principais de uma meta... basta definir com qual você desejará trabalhar inicialmente.

Até a próxima, onde darei todos os passos!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Relacionamento

Por mais que as pessoas estejam antenadas e saibam tudo sobre moda, cirurgias plásticas, tendência, corte de cabelo, profissões, computadores, dólar, crise no mercado, carro do ano; estão se esquecendo de algo simples que é o “amor”! O amor pelo seu trabalho, o amor pelo seu companheiro, o amor pela sua família, o amor pelos dias de sol no parque, o amor pelos seus corpos, o amor por si próprio!

Gostaria que as pessoas se voltassem para seu interior e pensassem um pouco mais no que as fazem felizes? Para mim, é muito estranho pensar em contratar um profissional para “acompanhar” mulheres e homens para dançar, sair, etc...  e quando eu digo isto, não estou me referindo a professores de dança de salão... Estou falando das pessoas contratadas para irem a "balada", aquele lugar onde não há necessidade de um parceiro de dança, porque todos dançam separados.
Não seria muito mais interessante fazer isso com uma pessoa que você ama ou com seus amigos queridos?

Abaixo, aproveito para colocar uma história real, que circulou em vários e-mails há tempos atrás, mas é sempre bom revivê-la em nossa mente e coração!!

A curta, porém rica história de Katie teve seu primeiro solavanco em 2002, quando ela foi diagnosticada com um tipo de tumor maligno no cérebro. Isso não a abateu, pois ela continuou com os estudos normalmente, até que em 2003, foi diagnosticada novamente com outro tumor.
Dessa vez, ela recebeu um diagnóstico de um tumor maligno e inoperável em uma das artérias próximas ao pulmão. Mas ela não desanimou, a jovem Katie, ainda participou de um tour na França para levantar fundos para uma fundação que cuida de pessoas com câncer.
No dia 15 janeiro de 2005, depois de 3 anos lutando contra a doença, a moça casou-se com o delegado da cidade de Lapeer, Nick Godwin, na Igreja de Cristo em Hazel Park – Michigan.

                                              









“Esta é Katie Kirkpatrick, ela aparece na foto ao lado de seu noivo Nick, eles foram namorados desde a adolescência. A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois. Devido ao câncer em estado terminal, Katie passa horas recebendo medicação.
Na foto acima, Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões...
Apesar de sentir muita dor e de vários órgãos apresentarem falência, tendo ela que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes.
O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perdia peso todos os dias devido ao câncer.
Um acessório inusitado, foi o tubo de oxigênio que acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.










Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, ouve o marido e os amigos cantarem para ela, mas no meio da festa ela tira um tempo para descansar, pois a dor a impede de ficar de pé por muito tempo.


Katie morreu 5 dias depois do casamento



Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar... a felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto durar, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas...”



Por que será que quando vemos uma história deste tipo, nos emocionamos? Talvez porque não tenhamos coragem na nossa história de demonstrar nossos sentimentos, com receio de parecermos ridículos ou com receio de demonstrar fragilidade.

 Às vezes, até pensamos que se “estivéssemos passando por um momento desses”, teríamos coragem de falar tudo o que pensamos, e correríamos atrás dos nossos sonhos, das nossas vontades, dos nossos amores... Mas a pergunta que sempre faço é: Por que somente “se estivéssemos passando por uma situação dessas?”, “Por que somente nos últimos minutos do segundo tempo?”

 A única diferença entre essa história e a nossa vida é que não sabemos a data em que partiremos e imaginamos que ela está muiiiiiiiiiito longe, diferente de Katie que sentia que este dia bateria em sua porta a qualquer momento.

Como uma sobremesa ou “aquela parte recheada” do pastel que deixamos para comer por último, parece que guardamos nossos desejos e só iremos dar vida a eles, se soubermos que são nossos últimos momentos... pena que não sabemos quando são os últimos momentos e às vezes deixamos de construir lindas histórias por não querermos nos “expor”.

Quantas vezes você deixou de pedir desculpa, porque essa palavra ficou “entalada” na sua garganta e não saía? Quantas vezes você deixou de fazer algo que queria muito, com vergonha do que os outros iriam pensar? Quantas vezes você deixou de dizer o que sentia, por receio de se sentir menosprezada? Quantas vezes deixou de dizer um simples "eu tenho orgulho de você", por achar que isso não faria diferença para a outra pessoa?

Nós não ficamos “nas mãos dos outros” por declaramos nossos medos e sentimentos. Nós ficamos “nas mãos alheias” quando nos fazemos de vítimas e quando colocamos a responsabilidade de nossos fracassos nas mãos deles.

 Várias vezes tenho escutado pessoas falando: “Se ele fizer isso para mim eu vou ficar muito feliz!”. Jamais, eu disse “JAMAIS” coloque o poder da sua felicidade na mão alheia, porque a sua felicidade depende somente das suas atitudes! Se não deu certo, assuma a responsabilidade e saiba aprender com o erro sem se culpar!

Quando agimos por vontade própria, o peso da culpa é muito menor do que quando “sentamos” para esperar que a vida “de uma maneira mágica”, traga no nosso colo o que estamos desejando.

Portanto a partir de hoje, comece a pensar se o que você tem valorizado na sua vida é realmente importante para si ou se é importante para parecer “bem na fita” com quem te cerca. Preste atenção se você está supervalorizando a opinião alheia e menosprezando os seus sentimentos.

 Para mudar nossas atitudes é preciso dar o primeiro passo, nem que ele seja pequeno. Dê esse primeiro passo, faça uma experiência e sinta o resultado.

Como diz o princípio do coaching: “Se você age sempre da mesma maneira vai ter sempre o mesmo resultado”. Portanto, que tal fazer um teste e tomar atitudes diferentes, para que ver qual será o resultado?

Viva seus sonhos, seus sentimentos, seus relacionamentos e termine sua vida com um sorriso de missão cumprida!


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ficar desempregado é melhor do que sofrer no trabalho

Ficar desempregado é melhor do que sofrer no trabalho é uma das matérias da Revista Super Interessante de agosto de 2011.
"Ao longo de 7 anos, cientistas australianos aplicaram questionários para medir o grau de felicidade dos voluntários (seus empregos também foram analisados) e esse estudo concluiu que as pessoas desempregadas apresentavam um nível de felicidade maior do que os que estavam em empregos ruins."
“Ao longo do estudo, quem trocou o desemprego por um emprego ruim viu sua felicidade cair ainda mais”, ou seja “ficar sem emprego é ruim, mas sofrer no trabalho é ainda pior”. Segundo Peter Butterworth psiquiatra da Universidade Nacional da Austrália e coordenador da pesquisa, “o emprego ruim faz a pessoa perder saúde mental”.
   
Sinceramente? Adooreiiiii essa matéria! E tenho certeza que muitos que a leram, tiveram  uma vontade imediata de sair correndo e pedir as contas. Afinal, é tudo que as pessoas que estão desgastadas devido ao seu emprego estão precisando... “um apoio”. Obaaaa, então vamos nos levantar e pedir a conta agora, certo??

ERRADO!! Não discordo da pesquisa de maneira alguma, confesso até que já me senti péssima em um antigo emprego, mas não tinha “forças para sair” (ai se esta reportagem tivesse saído há anos atrás...rs), mas acho sinceramente que para deixarmos um emprego, precisamos avaliar algumas pequenas coisinhas para não corrermos o risco de pegar “outra bomba” ou algo “pior” (pois acredite, existe algo pior).
Vocês devem estar pensando: “Que chata!! Para tudo na vida, essa mulher faz um planejamento? Será que ficou neurótica desta maneira porque trabalha com coaching e agora faz planejamento até para ir ao toalete?”
Bom... a resposta agora é MAIS OU MENOS isso, explico o porquê abaixo.

Não tenho dúvidas de que muitos empregos estão tirando a saúde mental de muitas pessoas, realmente há empregos que são um “fardo”. Mas abandonar um emprego para correr desesperada atrás de outro, faz com que não consigamos “enxergar de maneira sensata”, onde estamos pisando, e daí aquele ditado “caiu na rede, é peixe” acaba se concretizando; ou seja, aceitamos o primeiro emprego que nos “aceita” e que na maioria das vezes acaba sendo a continuação da tortura pela qual já estávamos passando, com uma única diferença: a troca dos nomes das pessoas e do local de trabalho.

Um planejamento (ahh, pode me considerar chata e neurótica, pois tudo que é possível planejar, eu planejo SIM... mas dá certo, viu?!) te permitirá olhar a situação de fora e fará com que tudo fique mais claro (muitas pessoas preferem NÃO ver a situação de fora, pois é muito mais fácil acreditar, que depois que pedirem a conta, tudo vai dar certo; do que ter que AGIR para que tudo dê certo).
Então, não adianta fugir e vamos ao planejamento.
Coloque no papel (sim, tem que colocar no papel, porque quando escrevemos, dificilmente deixamos passar detalhes e se deixarmos passar... ao lembrarmos é só pegar o papelzinho antigo e incluir o que faltava), ups, onde estava mesmo? Ahh sim, dizia para colocar no papel todas suas qualidades pessoais e profissionais e o que ainda necessita ser desenvolvido para conquista do tão sonhado emprego.
Você pode achar uma lista gigantesca de habilidades que precisa desenvolver, mas se der o primeiro passo, quando menos esperar, vai chegar ao destino final.
Observe quais habilidades são mais necessárias neste momento. Por exemplo, às vezes a auto-estima é mais necessária do que um conhecimento técnico, e ao melhorar sua auto-estima, vários itens desaparecem da sua primeira listinha. (Isso é só um exemplo, tá?)
Após o levantamento do que precisa adquirir, analise a lista feita e classifique o que é possível adquirir em curto, médio e longo prazo (determinadas habilidades só tem como serem desenvolvidas “a longo prazo”, como por exemplo a aprendizagem de um segundo idioma).
Após esta classificação você poderá escolher uma ordem de prioridade para “correr atrás do que lhe falta”.
Uma dica: Escolher inicialmente desenvolver somente atividades que precisam de um longo prazo, podem lhe causar frustração pela demora no resultado. Opte por uma de longo prazo (a que você identificar como a mais importante desta categoria), intercalando-a sempre com as outras categorias (curto e médio prazo), para que você sinta sua evolução pessoal e profissional.

Faça também as contas de todas as despesas que você “tem” que pagar. Analise onde você pode diminuir os gastos e se for preciso... anote todas as despesas que você tem diariamente, para entender para onde seu dinheiro está sendo destinado. Por incrível que pareça, uma queixa muito comum entre as pessoas, “é a do sumiço do dinheiro”. Sim, as pessoas dizem “que elas não sabem para onde vai o dinheiro, mas que no fim do mês não “sobra” nada do salário delas”...
Para evitar que esse problema ocorra com você, faça este teste: Por 1 mês, coloque um bloquinho no seu bolso e cada vez que comprar algo (seja uma roupa ou uma bala – independente do valor) anote. Você terá grandes surpresas e descobrirá para “onde” seu amado dinheiro anda escapando e com esse conhecimento, poderá controlá-lo melhor.
Após saber qual habilidade lhe falta e o quanto você pode “poupar mensalmente”, mãos a obra!

Eu sei que a primeira vista, o processo pode parecer trabalhoso. Isso ocorre por duas razões:
- Primeiro, porque é a primeira vez que você o faz.
- Segundo, porque o nosso cérebro tem a tendência a “preferir” atitudes/situações conhecidas, mesmo que estas atitudes/situações estejam “nos matando”. (Você já percebeu que tem situações que se repetem, se repetem, e se repetem, nas nossas vidas? Então, isso ocorre porque a gente acaba optando por agir sempre da mesma maneira a tentar uma nova atitude).

Mas agora que você já sabe de tudo isso, e tem todos os recursos que precisa para fazer um ótimo planejamento baseado em fatos “reais”, mesmo que você descubra que a data da sua “libertação” está longe; trabalhar "naquele" lugar, terá uma dose de “motivação” concreta: a data da assinatura da sua Lei Aurea.

Planeje a sua saída com “glamour” e a partir de hoje AÇÃO!

 
Então, o que você está esperando? Mãos a obra, afinal, você já tem uma tarefa para esse final de semana!!!